O Ínicio

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Estive muito tempo fora. Não literalmente. Estava mesmo é com uma crise de criatividade. Acho que em virtude das coisas que aconteceram.

Não queria postar algo antes de responder um post da Jo e, também, não tinha ideia para fazer a réplica. Talvez agora esteja um pouco melhor. E, como eu desejava, vou responder.

Soube que pensava que te ignorava. Foi minha estratégia durante dois dias para acabar com a mágoa. Mas foi um erro meu pensar que você iria encarar de outra forma a dita cuja da questão. Eu não deveria achar que deverias ser adulta frente à isso quando és adolescente. Entretando não guardo rancor por muito tempo, nem com inimigos, quanto mais com você. Simplesmente sou incapaz. E seria imaturidade de minha parte continuar com essa história. Bem, peço que me perdoe. Acontece que, às vezes, a adolescência me influencia de uma forma que passo a magoar as pessoas. Estou mesmo arrependida disto.

Quero que me perdoe também pelas vezes que não agradeci sua preocupação, a vontade que tinha de me alegrar. Se não falei, se não confiei…bem, foi burrice minha.

Desculpe por tudo. Sei que não posso expressar tão bem quanto você tudo o que sinto, em tão poucas palavras. E ainda seria incapaz – talvez por covardia – de te dizer tudo isso. É que te amo e tenho medo de te decepcionar. E, quando isso acontece, me odeio tanto que a única maneira de enfrentar isso é te ignorar. Não é justo e só prova minha covardia. Não queria me mostrar fraca, por isso não disse nada. Ainda assim, só com você consegui me abri de uma forma que talvez não consiga mais. Ou sim. Como você disse, nenhuma de nós duas sabe do futuro. Só sei o que ficou, o que passamos, de bom ou de ruim. E, sim, você me conhece melhor do eu poderia me conhecer. Cara, nem minha mãe me conhece assim! Isso não é estranho… ¬¬’’

Você me protege ao mesmo tempo que tento te proteger (ultimamente quero te proteger de mim), e isso se torna um ciclo vicioso. Não que seja ruim. Mas, de vez em quando, é exagero. Você peca por excesso. Comigo são os extremos: ora excesso, ora falta. Não tenho como evitar isso. Sei que com tudo isso que estou escrevendo vou provocar ciúmes, por que não escrevo o mesmo, por que não é igual, e você é apenas minha amiga.

Bem, você não é apenas minha amiga. É minha melhor amiga, a irmã que nunca tive, quem me alegra quando isto parece impossível, quem me acompanhou em praticamente todos os momentos difíceis e ruins de minha vida, quase desde o ínicio.

Pena que vai mudar. E, aliás, não quero ser seu desfecho, pois você nunca será o meu. Talvez não nos encontremos mais e, mesmo longe, você sempre estará comigo. Pois você foi meu início. Onde, quem sabe, começou minha vida. Me acompanhou desde lá e não quero que acabe assim, nem nunca. Pois agora tenho um dos momentos mais importantes da minha vida para enfrentar (um outro início) e você sempre soube da minha vontade. Eu quero que você esteja do meu lado, da mesma forma que pretendo estar lá quando acontecer para você. Prometemos que isso aconteceria, não foi? Vamos cumprir!Desculpe por deixar com você um peso maior de que poderia aguentar.

Eu te amo por ser quem você é: o meu início. Não vai mudar…

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Help!

Saudações,

Bem, nem tenho tempo para postar algo decente…mas acontece que amanhã, dia 09 de Outubro, John Lennon faria 70 anos! Acho que não posso deixar passar…e, para isso, resolvi fazer uma edição musical. 

Como, por um lapso de minha parte, ainda não coloquei a música Help! por aqui, é esta que vou colocar…quer dizer, acho que não coloquei…        =/

Depois olho…e mesmo que tenha colocado, não vou tirar esta edição…    hehe

Aíí está… (depois vejo outro vídeo e a tradução da música, viu?!!)

 

Help!

 

Help, I need somebody

Help, not just anybody

Help, you know, I need someone

Help

(When)

When I was younger, so much younger than today (I never needed)

I never needed anybody’s help in any way (now)

But now these days are gone, I’m not so self assured (and now I

find)

Now I find, I’ve changed my mind, I’ve opened up the doors

Help me if you can, I’m feeling down

And I do appreciate you being ‘round

Help me get my feet back on the ground

Won’t you, please, please help me?

(Now)

And now my life has changed in, oh, so many ways (my

independence)

My independence seems to vanish in the haze (but)

But every now and then I feel so insecure (I know that I)

I know that I just need you like I’ve never done before

Help me if you can, I’m feeling down

And I do appreciate you being ‘round

Help me get my feet back on the ground

Won’t you, please, please help me?

When I was younger, so much younger than today

I never needed anybody’s help in any way (now)

But now these days are gone, I’m not so self assured (and now I

find)

Now I find, I’ve changed my mind, I’ve opened up the doors

Help me if you can, I’m feeling down

And I do appreciate you being ‘round

Help me get my feet back on the ground

Won’t you, please, please help me?

Help me, help me

 

Vou indo, ok?

Beiojos de Sonho de Valsa,

Theo Casanova**

Memórias

Por muito tempo fiquei confusa com minha vida. Sobre o quão vazio era meu passado, a insignificância do presente e incerteza sobre o futuro. As coisas mudaram, gradualmente, e sempre houve alguém.

Pensei que não havia muita coisa que me esperasse…mas sempre me importei demais com os outros, com uma pessoa especialmente. Eu poderia simplesmente acabar com tudo, mas sempre tinha algo que me remetia a alguma sanidade que existia em mim. Esse algo sempre era alguém, podiam ser mais pessoas até.

Se me perguntassem, nesse tempo, e nem precisaria ser muito tempo atrás; se me perguntassem a coisa mais importante da minha vida…eu responderia, talvez até hesitaria um pouco diante da perspectiva da opinião alheia, que eram as pessoas…esta pessoa.

São apenas memórias, isto que vos digo neste momento. Não que não seja mais desta maneira, é que os tempos são outros. Talvez, ainda, seja desta maneira. Mas, quem sabe, eu não esteja distorcendo as coisas? Pode ser apenas exagero, não pode?

São apenas memórias, caro leitor, que resolvi dizer agora. Que em um momento nostálgico me surgiram. Que, enquanto me apareciam, doiam no peito, machucavam a alma. Precisava tirá-las daqui, para seguir em frente. Para tu, é apenas entretenimento.

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